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EDITORA INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE ABRIL

Estante Abril

A mulher silenciosa, de A. S. A. Harrison

Jodi e Todd estão juntos há 20 anos e, aparentemente, levam uma vida invejável. Todd é um empreiteiro bem-sucedido que pode bancar alguns luxos, como o enorme apartamento com uma vista deslumbrante para o lago, um Porsche (dele) e um Audi (dela) na garagem, e o estilo de vida de Jodi. Psicoterapeuta, ela atende em casa apenas dois clientes por dia, e tem tempo de sobra para as sessões de pilates, as aulas de arranjos florais, os passeios com Freud, o golden retriever do casal, e o preparo das refeições gourmet de que tanto gosta.
Essa fachada perfeita, porém, está prestes a ruir. Todd é um adúltero incurável, e Jodi sabe disso. Ela é a esposa silenciosa, preparada para tolerar as traições do marido com o intuito de manter as aparências. Até que Todd sai de casa — para viver com uma mulher com metade da idade dela, filha de seu melhor amigo. Magoada, humilhada e, por fim, financeiramente abalada, Jodi começa a contemplar o assassinato como uma opção razoável.
A loja de tudo – Jeff Bezos e a era da Amazon, de Brad Stone
A Amazon foi uma pioneira no comércio de livros pela internet e esteve à frente da primeira grande febre das pontocom. Mas Jeff Bezos, seu visionário criador, não se contentaria com uma livraria virtual descolada: ele queria que sua empresa dispusesse de uma seleção ilimitada de produtos a preços radicalmente baixos — e se tornasse “a loja de tudo”.
Com o objetivo de descortinar esse universo, o jornalista Brad Stone obteve acesso inédito a funcionários e executivos da Amazon, além de familiares e amigos de Bezos, e o resultado é um retrato detalhado da vida na gigante do comércio on-line que expõe um mundo de competitividade sem limites. Como outros precursores da tecnologia, entre eles Steve Jobs, Bill Gates e Mark Zuckerberg, Bezos não cede em sua incansável busca por novos mercados, transformando o varejo da mesma forma como Henry Ford revolucionou a indústria — com uma impiedade tamanha que só se iguala à sua vontade de oferecer a melhor experiência possível ao cliente.
 Faça boa arte, de Neil Gaiman
Em maio de 2012 o autor best-seller Neil Gaiman subiu ao palco da University of the Arts na Filadélfia para fazer um discurso de formatura. Durante dezenove minutos ele dividiu com os formandos suas ideias sobre criatividade, bravura e força, encorajando os novos pintores, músicos, escritores e sonhadores a quebrar as regras, pensar de forma inovadora e, acima de tudo, FAZER BOA ARTE.
O Rei de Amarelo, de Richard W. Chambers
Obra-prima de Robert W. Chambers, O Rei de Amarelo é uma coletânea de dez contos de literatura gótica publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective, exibida pela HBO, cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo.
O título faz alusão a um livro dentro do livro — mais precisamente, a uma peça teatral fictícia — e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas. A peça O Rei de Amarelo é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência.
 Iluminadas, de Lauren Beukes
Chicago1931. Harper Curtis, um andarilho violento, invade uma casa abandonada que esconde um segredo tão chocante quanto improvável: quem entra ali é transportado no tempo. Instigado por um comando que parece vir da própria casa, Harper persegue as “meninas iluminadas” — garotas cuidadosamente escolhidas em diferentes décadas — com o objetivo de matá-las. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa.
Chicago, 1992. Kirby Mazrachi viu sua vida ser destroçada após um ataque brutal que por pouco não a levou à morte. Incapaz de esquecer tal acontecimento, Kirby investe seus esforços em encontrar o homem que tentou assassiná-la. Seu único aliado é Dan, um ex-repórter policial que cobriu seu caso e agora aparentemente está apaixonado por ela. À medida que a investigação de Kirby avança, ela descobre outros casos semelhantes ao seu — e garotas que não tiveram a mesma sorte que ela — ligados por evidências que parecem impossíveis. Mas, para alguém que deveria estar morto, impossível não significa que não tenha acontecido.
 Catástrofe – 1914: a Europa vai à guerra, de Max Hastings
Em 1914, a Europa mergulhou num conflito sem precedentes. A Primeira Guerra Mundial desfez impérios, aniquilou dinastias e transformou toda a geopolítica do Velho Mundo, marcando de fato o início do século XX. Cem anos após a eclosão da “guerra para acabar com todas as guerras”, Max Hastings examina as causas que conduziram ao início das hostilidades e acompanha as agruras de incontáveis homens e mulheres durante os primeiros meses de luta.
Em Catástrofe — 1914: a Europa vai à guerra, Hastings relata como, após o assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, as relações diplomáticas se degeneraram e os países europeus lançaram-se numa calamidade que deixaria um saldo de milhões de mortos. O autor explora detalhes da realidade da guerra pelos olhos de estadistas, aristocratas, soldados e camponeses, oferecendo uma análise brilhante das decisões de líderes políticos e militares e pintando um retrato vívido do começo do conflito.
Claros sinais de loucura, de Karen Harrington
Você nunca conheceu ninguém como Sarah Nelson. Enquanto a maioria dos amigos adora Harry Potter, ela passa o tempo escrevendo cartas para Atticus Finch, o advogado de O sol é para todos. Coleciona palavras-problema em um diário, tem uma planta como melhor amiga e vive tentando achar em si mesma sinais de que está ficando louca.
Não é à toa: a mãe tentou afogá-la e ao irmão quando eles tinham apenas dois anos, e desde então mora em uma instituição psiquiátrica. O pai tornou-se alcoólatra. Prestes a completar doze anos, Sarah sente falta de um pai mais presente e das experiências que não viveu com a mãe, está preocupada com a árvore genealógica que fará na escola e ansiosa porque seu primeiro beijo de língua ainda não aconteceu. Tragédia e humor combinam-se de forma magistral nesta incrível história sobre a aventura que é crescer.
Como trair o herói de um dragão, de Cressida Cowell
Soluço Spantosicus Strondus III foi o mais grandioso herói já visto em todo o território Viking. Notável esgrimista e encantador de dragões, ele era corajoso, impetuoso e muitíssimo inteligente. Mas até mesmo os grandes heróis podem ter dificuldades no começo, principalmente se têm como companheiro um dragãozinho teimoso e mal-educado…

Soluço precisa ser coroado Rei do Oeste Mais Selvagem. Será que ele vai se livrar dos Dragões-espiões Vampiros da bruxa e conseguir as Coisas Perdidas do Rei antes do Juízo Final de Yule? E há mesmo um traidor no acampamento de Soluço que, no fim, trairá todos?


EDITORA INTRÍNSECA – LANÇAMENTOS DE MARÇO

Estante março
O segredo do meu marido, de Liane Moriarty
Cecilia Fitzpatrick encontra no sótão de casa uma carta escrita por seu marido. Seria algo corriqueiro, não fosse uma anotação bastante intrigante no envelope: “Para ser aberto apenas na ocasião da minha morte.” Apesar da recomendação, ela resolve abrir a carta e se vê obrigada a lidar com uma revelação avassaladora. O segredo do seu marido, John-Paul, atingirá não só seus três filhos e um longo e sólido casamento, mas também a vida de outras duas famílias. Cecilia agora precisará fazer uma escolha: optar pelo silêncio e permitir que a verdade corroa seu coração ou revelar o que leu e magoar profundamente as pessoas que mais ama.
Schroder, de Amity Gaige
Ao se candidatar a uma vaga em uma tradicional colônia de férias para meninos, Erik Schroder – um adolescente de quatorze anos que deixou a Alemanha Oriental rumo aos Estados Unidos ainda criança – adota um novo nome, Eric Kennedy, na esperança de melhor se encaixar entre os garotos americanos. Uma mentira aparentemente inofensiva, mas que o levará a uma jornada trágica e irracional.
Anos depois de forjar a nova identidade, já adulto e morando em Nova York, Eric é declarado fugitivo pela polícia quando desaparece com Meadow, sua filha de seis anos. Em meio a uma dolorosa batalha com a ex-mulher pela guarda da menina, Eric tenta escapar das autoridades, e as pessoas logo vão descobrir que ele não é quem diz ser.

Restos humanos, de Elizabeth Haynes
Ao encontrar por acaso o corpo de uma vizinha em avançado estágio de decomposição, Annabel Hayer, que trabalha com análise de informações para a polícia, fica horrorizada ao pensar que ninguém – e isso inclui ela mesma – sentiu falta daquela mulher. De volta ao trabalho, ela vasculha os arquivos policiais e encontra dados que mostram um aumento significativo de casos como aquele nos últimos meses em sua cidade. Conforme aprofunda sua investigação, Annabel parece cada vez mais convencida de estar no rastro de um assassino e é obrigada a enfrentar os próprios demônios.
As doze tribos de Hattie, de Ayana Mathis
Em 1923, aos quinze anos, Hattie Shepherd deixa a Geórgia para se estabelecer na Filadélfia, na esperança de uma vida melhor. Mas se casa com um homem que só lhe traz desgosto, e observa indefesa seu casal de filhos gêmeos sucumbir a uma doença que poderia ter sido evitada com alguns níqueis. Hattie dá à luz outras nove crianças, que cria com coragem e fervor, mas sem a ternura pela qual anseiam. Em lugar disso, assume o compromisso de preparar os filhos para as calamitosas dificuldades que certamente enfrentarão vidas, e de ensiná-los a encarar um mundo que não os amará nem será gentil. A partir da perspectiva de cada um dos doze descendentes de Hattie, acompanhamos a história monumental de uma mãe e a trajetória de uma família.
Uma questão de caráter, de Paul Tough
Por que algumas crianças se tornam adultos bem-sucedidos e outras não? Essa pergunta intriga pais e pedagogos do mundo inteiro, e a resposta mais comum tende a ser que o potencial de sucesso de uma criança varia de acordo com sua inteligência. Mas, nas últimas décadas, pesquisadores vêm constatando que notas altas e testes de QI não são indicadores de uma educação de qualidade – e muito menos uma garantia de sucesso na vida.
O jornalista Paul Tough coloca em debate o atual paradigma da educação e questiona o valor dado à ideia de que uma criança bem-sucedida é aquela capaz de memorizar todo o conteúdo transmitido na sala de aula. Em Uma questão de caráter, o autor aborda com grande clareza o problema e defende: devemos dar mais atenção ao desenvolvimento de qualidades não cognitivas, como curiosidade, persistência e determinação.
O que me faz pular, de Naoki Higashida
Naoki Higashida sofre de autismo severo. Com grande dificuldade de se comunicar verbalmente, o jovem aprendeu a se expressar apontando as letras em uma cartela de papelão, e, aos treze anos, realizou um feito extraordinário: escreveu um livro. Delicado, poético e profundamente íntimo, O que me faz pulartraz uma nova luz para entendermos a mente autista. O jovem explica o comportamento muitas vezes desconcertante das pessoas com autismo e compartilha conosco suas percepções de tempo, vida, beleza e natureza, apresentadas em um relato e um conto inesquecível.
 Silo, de Hugh Howey
Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras. Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo. Um crime cuja punição é simples e mortal. Elas são levadas para o lado de fora. Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.
A maldição do titã: Graphic Novel – Série Percy Jackson e os olimpianos (vol. 3), de Rick Riordan, Robert Venditti, Attila Futaki e Greg Guilhaumond

Percy está de volta em mais uma missão. Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros: um monstro ancestral foi despertado – um ser com poder suficiente para destruir o Olimpo –, e Ártemis, a única deusa capaz de encontrá-lo, desapareceu em uma caçada. Percy e seus amigos – entre eles, dois novos meio-sangues de ascendência ainda desconhecida – têm apenas uma semana para localizar a deusa sequestrada e solucionar o mistério que ronda o monstro que ela perseguia. A terceira aventura da série coloca nosso herói e seus aliados frente a frente com o maior desafio de suas vidas: a terrível profecia da maldição do titã.


Resenha do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green

Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572261
Edição 1 / Ano: 2012
Páginas: 288





"Nos dias mais sombrios, o Senhor coloca as melhores pessoas na sua vida." 


Hazel, jovem e paciente terminal, frequenta um grupo de apoio por ordem médica e insistência da mãe. Nesse grupo temos Isaac, um garoto com câncer ocular, que leva seu amigo Augustus em uma das reuniões. Igualmente jovem, a diferença de Augustus é que ele está SEC (sem existência de câncer). É nesse grupo, onde pacientes dividem suas historias na luta contra o câncer, que Hazel e Augustus têm o primeiro contato. Indicações de livros, telefonemas e encontros, eles começam um relacionamento de cumplicidade e descobertas.

Já a minha historia com esse livro começa com criticas e mais criticas por considerá-lo “modinha”. Sei que é super sem graça criticar um livro pela capa, ou porque todos estão lendo, mas ainda não consegui me livrar desse vicio feio. Então várias pessoas começaram a me indicar, sempre com o aviso “chorei litros/você vai chorar litros”. Ganhei o livro, pulei todos que estavam na fila de espera, e o devorei em um dia e meio. Eu não sabia nada do John Green até então.

Creio que meu maior erro foi ter criado muita expectativa. Mas é isso que o marketing excessivo desse livro, principalmente o boca-a-boca, faz com os leitores. E ao terminá-lo eu estava tão chateada, com uma sensação tão grande de tempo perdido, que não ousei escrever nada sobre ele. O que foi até melhor.

Hoje, já tendo digerido melhor a historia, tenho observações mais positivas. O livro nos mostra amizade, e o quanto é importante estar ao lado dos amigos, principalmente nas horas ruins. Tem a relação de Hazel com seus pais, onde é possível perceber que o câncer é tão cruel que ele não afeta apenas quem o carrega, mas também os que estão em volta e amam quem está sofrendo com a doença. O livro também mostra que pessoas com câncer são pessoais normais (se é que alguém ainda imagina o contrario), vivendo conflitos até banais, como você e eu. Pessoas que se preocupam com a aparência, que estudam, dirigem, contam piadas, se apaixonam... E principalmente pessoas que sonham, e vão atrás dos seus sonhos. Acho que essa é a maior mensagem desse livro: Não importa suas condições, não importa sua idade ou sua expectativa de vida, você pode sonhar e realizar.
"Alguns infinitos são maiores que outros."

Mas se por um lado John Green nos mostra que o câncer não deve ser encarado como drama, por outro ele pesou no sarcasmo. Veja bem, eu gosto de sarcasmo. Eu gosto de personagens sarcásticos. Me identifico. Além do mais, sarcasmo e inteligência andam juntos. Mas excesso de sarcasmo é ridículo. É como fazer um texto e no fim de cada frase colocar um sinal de exclamação. Difícil é achar um personagem nesse livro que não seja sarcástico. Então foi bem cansativo imaginar eles, principalmente os adolescentes e principais da historia, sendo tão sarcásticos e tão “inteligentes”.

"Sem dor, como poderíamos reconhecer o prazer?" 

Não é um livro que pretendo ler novamente, mas gostei de ler para ter a minha própria opinião. Se ficar na duvida entre ler ou não, leia. Você irá tirar algo de bom do livro. Nem que seja a propriedade para dizer “não gostei”.

E eu não chorei com A Culpa é das Estrelas..





Inspirado no fenômeno literário de John Green, o filme A Culpa é das Estrelas chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de junho, com pré-estreias no dia 6 de junho.






Convidada Especial


Apresentamos a vocês Lene Colaço  que será mais uma de nossas resenhistas aqui na Saleta de Leitura.  Ela adora ler e sempre que puder será uma de nossas convidadas. Seja bem vinda.


Lene Colaço

Pernambucana, casada e mãe de 4 cães. Estuda Marketing, mas quer estudar várias outras coisas. Ama livros, fotografia, filmes, música e escrever. Nas horas vagas fala do que gosta no Veja Como Eu Vejo.

NOVIDADES LITERÁRIAS


Miriam Leitão estreia como colunista 

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Mirian Leitão, noca colunista do Blog da IntrínsecaEstá chegando A queda dos cinco
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O mundo do exterminador
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Novidades da Companhia das Letras





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Dia 7 de novembro aconteceu no Cine Joia a Noite de Estreia, primeira edição do novo formato de noite de autógrafos da editora Companhia das Letras, com o lançamento dos livros Nu, de botas, de Antonio Prata, e Ligue os pontos, de Gregorio Duvivier. Veja aqui mais fotos do evento, e leia abaixo os textos [...]
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Meus ídolos em carne e osso - Por Érico Assis
Conta Mark Waid, escritor de quadrinhos dos EUA, que uma vez foi convidado a fazer uma sessão de autógrafos na comics shop de uma cidadezinha em Vermont. Os proprietários da loja buscaram-no no aeroporto. Antes de levá-lo à loja, resolveram dar uma volta [...]

Resenha: do livro "Lua Nova" da Série Crepúsculo de Stephenie Meyer ( Editora Intrínseca)

Sinopse: 
Para Bella Swan, há um coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando... Legiões de leitores que ficaram em transe com o best-seller Crepúsculo estão ávidos pela seqüência da história de amor de Bella e Edward. Em Lua nova, Stephenie Meyer nos dá outra combinação irresistível de romance e suspense com um toque sobrenatural. Apaixonante e cheia de reviravoltas surpreendentes, essa saga de amor e vampiros segue rumo à imortalidade literária.






Editora: Intrínseca
ISBN: 9788598078359
Edição 1 / Ano: 2008
Páginas: 448

Onde Comprar : Submarino  / Cultura


Acho que um dos motivos por eu - e boa parte das moças ocidentais - ter construído uma grande relação de afeto com essa história foi uma forte empatia com a Bella e sua capacidade de ser desastrada. Acho que poucas meninas se sentiam seguras durante sua adolescência e pós-adolescência, a maior parte de nós era tão comum, desastrada e sem sal quanto a Bella.

Bem, se você não era, eu era e talvez continue sendo. Não a toa por esses quando estava em meio a uma atividade de contação de história lá na creche as crianças tiveram um momento de absurdamento [essa palavra existe?] ao contemplar alguns dos meus hematomas recentes e cicatrizes. Foi um momento tão divertido, nós trocamos experiencias de quedas e machucados, que me fez lembrar do projeto de resenhar a série para o bloguito e cá estou eu.

Nesse segundo volume vamos reencontrar Bella e Edward em meio a um momento de alegria amorosa. Após os incidentes do primeiro volume os dois passam a viver um namoro a moda antiga tipo coisa mais linda do mundo. Os dois tem realmente certeza de seus sentimentos e dos sentimento do outro em relação a eles.





Aliás, a única coisa que não tenho em comum com a Bella é isso, ela tem plena certeza de ter seu amor pelo vampiro mais sem sal do multiverso ser correspondido. Putz, quem não quer viver uma relação assim ein?!?! Com esse nível de confiança no sentimento do outro? Ela não sabe o que ele viu nela, mas ela sabe que ele a ama. Mas, enfim, quando a gente pensa que tá tudo lindo, um incidente familiar lança trevas sobre a vida amorosa dos dois e o querido Edward acaba abandonando a Bella para preservar a sua segurança.

Sinceramente, de todos os livros da série, Lua Nova foi o que mais mexeu comigo. Pode parecer bobagem e pode deixar muita gente duvidando da minha sanidade literária, mas o que eu chorei lendo esse livro não está no gibi. Talvez por minha grande identificação com a Bella, talvez por abandono ser uma coisa que me choca, talvez porque eu seja uma manteiga derretida, mas pareceu que o Edward tinha abandonado a mim, parecia que o coração quebrado tinha sido o meu.






Foi um livro sofrível de se ler! E, tanto quanto a Bella, em meio ao abandono do Ed. eu me encantei com o companheirismo, amizade e calor humano do Jacob. Sinceramente, os filmes foram ingratos com o menino lobo, no filme ele nem fez cocegas no meu afeto, no livro eu passei um tempo tendo olhos só para ele. Aliás, sinceramente, eu demorei mais que a Bella para perdoar o Ed, mas confesso que em tempo algum me passou pela cabeça que ela fosse ficar com Jacob em vez do Edward, pois sempre esteve claro a solidez e a reciprocidade do amor do vampiro pela mortal desastrada, se ela o trocasse a história perderia o sentido.

Bem, a parte o abandono do Edward, a chegada do Jacob na história com força total, outro destaque é a presença de outros vampiros na trama. Victoria, passa a ameaçar um pouco a existência de Bella e se insinua como vilã e surgem os Volturi, um tipo de realeza vampira, nada politicamente correta para dar um tempero a mais na história.




Ah, uma coisa que eu sempre quis dizer é que, é certo que o Edward as vezes é um chato de galochas, mas eu sempre vou achar que a única fonte da forte identificação dos meninos que leem essa série com o Jacob é o fato dele ter sido preterido tão duramente pela Bella. Pois nenhum dos rapazes que prefere o Jacob tem aversão a escola, tem habilidades mecânicas apuradas, adora desfilar de motos, sai por ai exibindo um corpo musculoso ou tem um fraco por garotaas com um lado instrospectivo que colecionam ematomas e possuem fisionomia incrivelmente comum e corriqueira. #ProntoConfessei





  Pandora
Jaci Clemente conhecida neste  mundo virtual como  Pandora. Estudante de História e  seu objeto de estudo preferido é História da Educação. É apaixonada por literatura fantastica, poesia, romances do século XIX e todo tipo de livro bem escrito, seu primeiro emprego foi com educação infantil, então também ama literatura infantil. Adora responder aos comentários feitos em suas resenhas tentando estar sempre presente .   
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