Mostrando postagens com marcador Edelbra Editora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Edelbra Editora. Mostrar todas as postagens

Resenha " Maria Degolada, santa assombrada " de Caio Riter Ilustrações Joãocaré


Edição 3
Editora Edelbra
ISBN 9788566470567
Ano 2014
Páginas: 64


Sinopse
Psiu, silêncio.
Ela vem chegando, a Maria Degolada vem bem devagarzinho.
Mal não causa, mas e o medo?
Imagina ver bem assim, frente a frente, ser vindo do Além,
assombração? Eu não queria ver não.
Achava té que nem existiam estes seres.
E você, acredita no que estou contando?
Hoje, eu sei. Hoje, eu sei o que vi: a Maria lá dentro do espelho.



A história de Maria Degolada, santa assombrada é de arrepiar até os mais corajosos. Este livro ilustrado por Joãocaré apresenta os acontecimentos trágicos que tornaram Maria Francelina Trennes uma lenda.

Noite de Lua Cheia
Em noite de lua cheia dizem que não devemos falar alto senão coisas ruins podem acontecer. "É noite de seres assombrosos andarem soltos, vagando por aí, à procura sabe-se lá do quê."

Todos escutam muitas histórias que é de meter medo. E assim vamos ouvir o que aconteceu quando o nosso narrador quando ainda era um garoto de dezesseis anos a meia-noite de uma sexta feira. "Oh, é ela, a Degolada. Silêncio, é ela." Era a Maria Francelina Trenes, a Degolada que caminhava quase voando.

Ventania
Ele era uma garoto todo metido a besta, achado-se uma valentão e de frente para o espelho chamou o fantasma da Maria Francelina . Pensou que ela fosse aparição, mas ela estava ali na frente dos seus olhos e não teve como não sentir medo e pânico. Mas o todo corajoso permaneceu  firme e escutou a história dela.

Maria uma mulher bonita, nascida na Alemanha e veio para o Brasil ainda criança. Namoradeira e todos os homens apaixonados por ela morriam de ciúmes. Adorava dançar, passear gostava dos elogios dos rapazes, pois o que não faltava eram muitos olhares e comentários sobre sua beleza. 


Lua Cheia

Foi em um baile em noite de vento e frio que Maria foi "motivo de ciumeira das mulheres e dos olhares de cobiça de todos os rapazes."  Conheceu Bruno , cabo do Exército - Bruno Bicudo.  O belo soldado ficou encantado com Maria, mas não sabia que ela não era de namorar um só. "Essa foi a causa da desgraça."
A Figueira
Maria caiu morta aos pés da Figueira. Ela dizia que "Ele" tirou dela o riso  que dera o que mais amava. Quem será esse Ele? Será o cabo Bruno?  Tem muita tristeza ainda para você saber sobre essa história.
             
Por do Sol

"E ainda hoje, bem no alto do morro, 
a figueira onde Maria Francelina foi sacrificada está lá. "



Livro cedido pela nossa parceira a Edelbra Editora.


Irene Moreira Amante da comunicação, da arte de ensinar precisa transbordar seus sentimentos, conhecer pessoas, passear por lugares diferentes. Uma forma que a completa é ler e  escrever interagindo com esse mundo virtual. Aprecia uma boa leitura, mas é apaixonada por romances e suspenses.  e-mail  #   facebook   #  twitter  #  skoob

Resenha "As três Faces da Moeda " - Contos adaptados por Heloisa Prieto


Edição: 1 Capa Dura
Editora: Edelbra
ISBN: 9788566470581
Ano: 2014
Páginas: 64




Sinopse:
Quantas faces tem uma moeda?
Se você pensa que são apenas duas, cara ou coroa, engana-se! Ao ler estes contos maravilhosos, perceberá que toda a moeda tem uma face secreta.
E que cara é essa que se esconde entre cara e coroa?
Diante da fortuna, como você se comportaria? Desejaria cada vez mais moedas? Ou abriria mão da riqueza?
Qual das faces desses contos moedeiros cada leitor escolherá?
Será possível escolher?



As Três faces da moeda nos trás três contos "maravilhosos escritos por Akutagawa e Andrew Lang" e adaptados pela escritora  Heloisa Prieto  com ilustrações de Janaina Tokitaka.

Então vamos conhecer um pouco sobre esses contos e saber qual das faces desses contos o leitor terá a possibilidade de escolher? 


MAGIA
Na região de Omori morava em uma pequena  casa Matiram Misra, um jovem mago que estudou os segredos de Hassan Khan. Em uma noite que chovia muito ele recebeu a visita de um rapaz que o conhecera através de um amigo. Este tinha escrito uma carta pedindo que mostrasse um pouco da magia que nunca estivera presente para ver.
Foi muito bem recebido por Misra e ficou admirado com a Magia que presenciara. 
"Magia de Hassan Khan é tão simples, que até você mesmo poderia praticá-la se quisesse."
E assim o rapaz ficou ansioso para aprender, mas só que Misra disse seriamente que a pessoa não poderia ser gananciosa.
Será que ele conseguiu deixar a ganância de lado e aprender a magia ? 


A CHALEIRA MÁGICA
No alto das montanhas do Japão morava um velhinho que tinha muito orgulho de sua casa e cuidava com muito carinho e estava sempre admirando as suas "paredes recobertas de papéis", o perfume das flores e a beleza das árvores."

Um dia ele escutou um ruído  no quarto e foi quando avistou uma velha chaleira enferrujada que não era usada há muito tempo. Sem saber como tinha surgido a chaleira e verificando que não tinha furos ele ficou feliz. Uma chaleira nova custava caro e a dele estava precisando de uma reserva , pois já estava bem velha e a água vazava do fundo.

Então ele a substituiu pela velha enchendo de água e colocando no fogo. Só que quando a água ferveu na chaleira algo muito estranho aconteceu.
"Primeiro a alça da chaleira mudou de forma e se transformou numa cabeça, o bico virou uma cauda, e o corpo ganhou quatro patas. Num minuto , o senhor percebeu que não estava diante de uma chaleira, mas sim de um texugo."

O bicho começou a correr pela casa toda cheio de alegria e o velhinho ficou preocupado dele desarrumar a sua casinha que ele mantinha "impecável". Foi quando resolveu vendê-lo a um negociante chamado Jimmu.

Quando foi mostrar o bichinho que tinha colocado em um baú de madeira ele não estava mais lá e o que encontrou foi a chaleira velha. Chegou a procurar o animal, mas Jimmu ficou interessado pela própria chaleira e ele a vendeu.

E na casa do comerciante o mesmo aconteceu com a chaleira e assustado com tudo isso ele voltou ao vizinho e este comentou que ouvira falar de uma chaleira mágica quando menino. Aconselhou a ele viajar,mostrar a chaleira para todos,ensinar o texugo a obedecê-lo e que lhe desse um treinamento mágico. Que fazendo isso ele ficaria rico.

Será que o comerciante ficou rico? E estando rico terá se lembrado do velhinho que vivia uma vida simples e fora quem lhe dera, não só a chaleira, como a ideia de correr o mundo mostrando toda essa mágica? Como você agiria diante da fortuna?


OS CÃES E A FLAUTA 
Nesse conto vamos conhecer um jovem camponês chamado Kaminagahiko que vivia na região de Yamato  há muitos anos.
"Ele tinha o rosto suave de uma garota e recebeu esse nome por ter o cabelo lindo e comprido."

Ele tocava flauta muito bem e costumava subir a montanha e lá "compunha as mais belas melodias". Ele brincava e se divertia com sua música que contagiava com sua flauta até os animais,os pássaros, as árvores, os arbustos e as flores.

Um dia estava sentado no tronco de uma árvore quando um gigante perneta surgiu. Ele elogiou o jovem por tocar flauta tão bem e disse que desde que começou a ouvi-lo tocar que se encantou e queria recompensá-lo. 
"Diga o que mais deseja ter que lhe darei."

O jovem camponês pediu um cãozinho dizendo que gostava de cachorro. O gigante  riu pela simplicidade do pedido e já que tudo que ele queria era um cachorro mostrava que não era um jovem ganancioso. E assim ele lhe deu um cachorro diferente de todos os outros. Deu um cãozinho branco chamado Sniff. "Ele pode farejar qualquer coisa, mesmo aquilo que fica bem longe."

Kaminagahiko ficou muito feliz e ficaria mais ainda, pois acabou recebendo mais duas visitas dos irmãos do gigante perneta.

Uma foi o gigante de com apenas um braço que fez o mesmo que o irmão e o jovem pediu mais um cachorrinho. Era uma cão voador chamado Avoado."Ele pode percorrer os ares com muita velocidade."

A última visita foi do gigante de um olho só , o irmão caçula, que lhe concedeu o que pedira que fora mais um cachorrinho. Dessa vez foi uma cachorrinha malvada, com dentes saltados para fora chama Mordida. "Ela pode matar com apenas uma mordida."

Avisaram que os cachorros sempre o acompanhariam desde que ele tocasse sua flauta e que caso contrário eles não iriam.

Depois de alguns dias Kaminagahiko estava com seus três cães e tocando sua flauta quando viu dois jovens samurais armados de arcos e flechas. Ficou sabendo  que as duas filhas do grande lorde Asuka foram raptadas por demônios e que ninguém sabia de seu paradeiro. Havia uma recompensa para quem as encontrasse. Os samurais seguiram em frente não dando muita atenção para ele.

Kaminagahiko sabendo dessa notícia acariciou Sniff e pediu que farejasse o ar em busca do paradeiro das princesas. Depois que Sniff descobriu o paradeiro de uma das princesas ele saiu voando no Avoado com os outros dois cães (branco e malhado) nos braços. 

Ele teria que enfrentar o Comedor de Moluscos para salvar a princesa Komahime. Para salvar a sua irmã teriam que enfrentar a Aranha da Terra que era maliciosa e muito esperta. 

"Mas logo ele ouviu uma voz soprando ao vento que dizia :
-Kaminagahiko! Sou a princesa mais velha!
E outra voz doce que sussurrava:
-Sou a Princesa caçula!"

Será que o jovem camponês e seus três cães conseguirão salvá-las?  E os samurais para onde que foram? Será que eles se encontram?  Será que as princesas são encontradas e salvas?  Caso sim quem as terá salvo e ganho a recompensa?  Nesse conto qual será a face secreta dessa moeda?


ILUSTRAÇÕES DE JANAINA TOKITAKA

O jovem mago Misra

A chaleira mágica e o bichinho texugo 
O jovem camponês com sua flauta e os três cães 

Cada conto traz um ensinamento de vida e nos leva a refletir sobre a ganância, a honestidade, a sinceridade , a inveja, o ciúme , a raiva mostrando o valor da gratidão, da amizade e do amor.

A Edelbra Editora nos brindou com um livro contendo um linda capa sem contar a qualidade na diagramação , acabamento, papel , fonte agregado as belíssimas ilustrações que complementam o prazer dessa agradável leitura.


Livro cedido pela Edelbra Editora                                                                   Leitura Outubro Rosa


Irene Moreira Amante da comunicação, da arte de ensinar precisa transbordar seus sentimentos, conhecer pessoas, passear por lugares diferentes. Uma forma que a completa é ler e  escrever interagindo com esse mundo virtual. Aprecia uma boa leitura, mas é apaixonada por romances e suspenses.  e-mail  #   facebook   #  twitter  #  skoob

[ Cantinho Infantil ] Resenha do livro " Foi vovó que disse" de Daniel Munduruku


Edição: 1
Editora: Edelbra
ISBN: 9788566470482
Ano: 2014
Páginas: 24




Sinopse
Faz parte da tradição indígena ouvir os avós. Eles são considerados os sábios da comunidade porque costumam contar as histórias dos ancestrais. São considerados os guardiões da memória e responsáveis por educar o espírito dos mais jovens. 
Ao contar histórias ou lembrar às crianças sua origem, os avós – homens e mulheres – não os deixam esquecer de onde vieram, para onde vão e qual o papel de cada um neste universo no qual nos movemos.

É isso que o leitor irá encontrar neste novo e encantador livro escrito pelo premiado escritor Daniel Munduruku, que nos presenteia com a magia e a sabedoria da cultura indígena.


No livro "Foi vovó que disse " vamos conhecer a história de um menino que nasceu na floresta. Ele é um menino indígena e tudo que sabe ele aprendeu foi através do que sua vovó dizia.

"A Floresta é mágica! Vovó que disse. 
Nela tem tudo o que precisamos para viver bem."

Os avós são considerados os sábios da comunidade indígena e costumas contar as histórias dos seus ancestrais e assim eles educam os mais jovens. 

Quem narra a história é o Kaxiborempô, um jovem índio que vai completar sete anos. Nessa idade ele já tem um conhecimentos extenso sobre a vida, os povos , os espíritos, a natureza e que é dela que vem tudo de que precisam.

Está contente porque vai estudar na escola  da cidade, vai fazer amigos e sua avó diz que ele não é um índio e sim um Munduruku.

"Vovó disse que tem uma coisa que chama preconceito, que a gente precisa saber vencer ele."



O livro ressalta não só a" cultura indígena como o respeito às diferenças". "A Obra traz preceitos da sabedoria e da tradição dos povos ancestrais para crianças de todas as idades."

É muito bonita a história que é narrada pelo autor Daniel Munduruku "que nos presenteia coma magia e a sabedoria da cultura indígena." Além de bonita a obra tem ilustrações de Graça Lima que são magníficas. Uma arte em desenhos que dão vida e cores a história.

Foi mais do que merecido este livro ter sido um dos  selecionados pela FNLIJ para representar o Brasil na Feira do livro Infantil em Bolonha .



Sobre o autor:
Nasceu na aldeia Maracanã, no Pará. Graduado em Filosofia, com licenciatura em História e Psicologia. Doutor em Educação pela USP. Atualmente faz pós-doutorado em Literatura na Universidade Federal de São Carlos – UFSCar. Diretor presidente do Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais. Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2008 e da Grã-Cruz desde 2013. Membro Fundador da Academia de Letras de Lorena. Tem 43 livros publicados e recebeu diversos prêmios no Brasil e Exterior entre eles o Prêmio Jabuti, Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Érico Vanucci Mendes (outorgado pelo CNPq); Prêmio Tolerância (outorgado pela UNESCO). Muitos de seus livros receberam o selo Altamente Recomendável outorgado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). [18:34:38] Luciana Balbueno: Este é do Daniel Munduruku


Ilustrações de Graça Lima

 

Fontes:


Este livro foi cedido pela nossa parceira a Edelbra Editora 


Irene Moreira Amante da comunicação, da arte de ensinar precisa transbordar seus sentimentos, conhecer pessoas, passear por lugares diferentes. Uma forma que a completa é ler e  escrever interagindo com esse mundo virtual. Aprecia uma boa leitura, mas é apaixonada por romances e suspenses.  e-mail  #   facebook   #  twitter  #  skoob

News Saleta _ Edelbra Abril 2015 - No Catálogo de Bolonha

Lançamentos e novidades da Edelbra Editora


O Kiko, a Clara, a Rita e o Tuto são vizinhos e amigos. Eles se metem em uma tremenda confusão envolvendo o porteiro do prédio e um tablet. A confusão é tão grande que a síndica do condomínio decide mandar seu Rai embora. Os quatros resolvem tentar convencer os outros moradores do prédio a não deixar que o porteiro seja demitido. A partir daí os amigos acabam tendo contato com os principais assuntos do mundo atual: paz, guerra, ética, preconceito, sexo, drogas, respeito às diferenças, novas tecnologias, os meios de comunicação, a falta de comunicação... É assim que esses pré-adolescentes, amigos e vizinhos, se transformam nos TELEVIZINHOS!


João Leonardo era um menino perguntador. Se tinha uma dúvida, perguntava mesmo. E a história do ovo deu pano pra manga. Cresceu, deu cria na cabeça do João e levou-o a muitas outras perguntas, que trouxeram mais dúvidas, que viraram outras tantas perguntas para as quais ele foi buscar as respostas. A história de João Leonardo é um estímulo para reflexões de natureza filosófica e dá conta de uma necessidade que as crianças também têm: refletir para resolver seus problemas.



Esta coletânea dá sequência ao projeto da Edelbra Editora, iniciado com o livro Deu no jornal (2008), de publicar uma amostra das crônicas escritas por Moacyr Scliar entre 2008 e 2010 no jornal Folha de S. Paulo. Em suas crônicas semanais, o autor mostra o lado fantástico da vida real, criando histórias inspiradas em notícias do jornal. A banda na garagem reúne 25 dessas crônicas, selecionadas por Regina Zilberman, em que o autor consegue transformar os fatos cotidianos em literatura leve e humorada. Da descoberta da vuvuzela como instrumento musical à patrulha do beijo, das campeãs de judô aos jogos do Facebook, nada escapa ao seu olhar atento.


A bela no bosque adormecida - Coleção Quem foi que disse
Talvez você se lembre de um conto que fala de uma princesa que dormiu cem anos, foi acordada pelo beijo de um príncipe e viveu feliz para sempre. Lembrou? Então pode esquecer. Nas versões mais antigas sobre a moça dorminhoca, não houve nem beijo e nem felicidade eterna: no momento em que ela acordou, a história só estava começando. Neste livro temos esse lado diferente da história.

Maria Borralheira - Coleção Quem foi que disse

Uma das narrativas mais conhecidas de todos os tempos fala sobre uma garota que é maltratada pela madrasta, e que deve experimentar um sapatinho para provar que é a escolhida do filho do rei. A versão contada neste livro é bem diferente daquela que já virou filme e desenho animado! Aqui temos três velhinhas muito estranhas, além de pés de gente com cascos de cavalo e outras transformações bizarras.

Pele de Asno - Coleção Quem foi que disse

Um dos contos de fadas que tem várias versões é este, que apresenta um asno miraculoso, um rei que quer casar com a própria filha, uma princesa fedorenta, um príncipe tão mimado que fica doente quando não obtém o que quer... são muitos os ingredientes deste conto clássico, que aborda a humilhação dos poderosos até as últimas consequências.



I de índio G de gente é um elogio à diferença, trazendo um pouco de uma de nossas mais extraordinárias riquezas, que é a diversidade cultural e que fez de nós o que somos hoje.
Em tempos de intensa padronização de usos e costumes, abre uma janela para uma vida alheia às grandes cidades, suas particularidades, e para o notável repertório de soluções originais para os problemas que a vida contemporânea oferece.
Os índios brasileiros ainda e cada vez mais têm muito a ensinar ao Brasil, para encararmos os desafios que precisamos enfrentar. Para que isso seja possível, precisamos conhecê-los e compreender seu papel na construção de um futuro melhor para todos.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...