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Encontro blogs - Bienal do Livro no Rio de Janeiro - Editora Leya

Ei, você aí, tem um blog? Vai participar da Bienal do Livro no Rio de Janeiro?

Então, já reserve uma data na sua agenda. Dia 8 de setembro, às 13h, estaremos esperando vocês, no estande da LeYa, E07.
No encontro conversaremos sobre tudo, além de sorteios e NOVIDADES EXCLUSIVAS.

Espero, mesmo, poder contar com a presença de cada um de vocês, parceiros atuais, parceiros antigos ou os que ainda serão. ♥


Resenha do livro " A Promessa" de Richard Paul Evans - Editora Leya - Lua de Papel



Sinopse: Durante dezoito anos, Beth Cardall não teve escolha senão guardar para si seu segredo, mas, na véspera do Natal de 2008, tudo isso está prestes a mudar. Para Beth, 1989 foi um ano marcado pela tragédia. Sua vida estava desmoronando: sua filha de seis anos, Charlotte, sofria de uma doença misteriosa; seu casamento transformou-se de uma relação aparentemente feliz e carinhosa em algo repleto de traição e sofrimento; seu trabalho estava por um fio e ela perdera totalmente a capacidade para confiar, ter esperanças e acreditar em si mesma.
Até que, um dia extremamente frio, após atravessar uma nevasca até a loja de conveniência mais próxima, Beth encontra Matthew, um homem misterioso e encantador, que mudaria de uma só vez o curso de sua vida. Quem é esse homem, e como ele parece conhecê-la tão bem? Matthew a persegue incansavelmente, mas somente após se apaixonar perdidamente é que descobre seu incrível segredo, transformando sua forma de ver o mundo, assim como seu próprio destino nessa história de tirar o fôlego sobre como o amor é capaz de mudar todas as nossas perspectivas.


Título: A Promessa
Autor: Richard Paul Evans
Editora: Leya – Lua de Papel
Páginas: 288
Edição:
Ano: 2011
 
“Enquanto estiver lendo a minha história, há algo que quero que compreenda. Apesar de todo o sofrimento – passado, presente e o que ainda virá –, eu não teria feito nada diferente. Nem trocaria por nada o tempo que passei com ele – exceto pelo que, afinal, eu troquei.” Beth Cardall

Beth tinha uma vida simples e feliz. Casada, com uma filha e seu trabalho onde também estava sua melhor amiga. De repente, tudo que estava em seu lugar, desmorona e transforma totalmente sua vida e a ela. Descobre a traição do marido, após a separação ele descobre ter uma doença terminal, sua filha adoece seriamente e os médicos não conseguem diagnosticar, e por estar envolvida em tudo isso corre o risco de perder seu emprego, o que seria terrível já que não conta mais com o marido para mantê-las.
Porém surge Matthew, que a persegue incansavelmente. Apesar de fugir dele de todas os jeitos, acaba se encontrando totalmente apaixonada por ele, mal sabendo que ele transformaria totalmente sua vida. Enquanto ela não sabia nada sobre ele, ele parecia conhecer tudo sobre ela, mas como? É aí que vamos conhecer o grande segredo que Beth guardou por 18 anos e é ela que nos conta a história.

“Amei três homens em minha vida. Fui casada com Marc por sete anos, e estou casada com Kevin há doze. Mas houve um homem entre os dois – um homem que sempre amarei -, mas um amor que nunca poderia existir. Aconteceu pouco mais de dois meses após a morte de Marc, no dia de Natal, quando ele entrou em minha vida e transformou quase toda a verdade da minha existência. Não é fácil explicar o modo como ele surgiu em minha vida, e para onde foi, mas farei o possível...” Beth Cardall

Fiquei encantada com o livro, li de uma só vez. Leitura leve, que flui, na medida certa. Cada capítulo começa com frases do diário de Beth e tem flores desenhadas. Richard Paul Evans está de parabéns por como escreve o sentimento feminino e a forma como contou essa história que nos prende e emociona. Na minha opinião, o livro não possui defeitos.
Aaaahhh e quando você descobrir o segredo dessa relação, duvido que não vai desejar viver a mesma coisa. Impossível não pensar no que você faria se a mesma coisa acontecesse com você.  Super recomendo a leitura, principalmente se você gosta de um bom romance, daqueles que você se sente leve ao terminar de ler.

Avaliação 4



Resenha do livro " O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Bronte "


Autor: Emily Bronté´ 
Capa edição ano 2009
Editora: Leya/ Lua de Papel
Número de Páginas: 292

Sinopse 
Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. "Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff", diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas, incluindo os belos personagens de Stephenie Meyer.




"Certo é que ali em cima sopra um ar puro e salubre em qualquer estação. A força com que o vento norte passa por aquele cimo é provada pela excessiva inclinação de alguns enfezados abetos plantados num extremo da casa e por uma aléia de magros espinheiros, que estendem os galhos de um lado só, como se implorassem uma esmola de sol. Felizmente o arquiteto teve o cuidado de fazer uma construção sólida. As janelas estreitas estão profundamente cravadas na parede e as esquinas protegidas por largas pedras salientes."   (BRONTE: 1982, pg. 8)


Sempre acho difícil falar sobre esse livro, mas não é difícil dizer que Emily Bronte é brilhante, com sua escrita solida, ela conta uma história densa e complexa cheia de violência, paixão e tragédia com uma carga emocional enorme que chega a assustar, mas que não esquece de cativar quem ler, ou pelo menos a mim cativou.

É um livro que suga o leitor para dentro de si, um livro que das duas vezes que li me tirou do calor do sol e me jogou dentro de uma charneca, no meio do vento, do inverno e do inferno emocional que é a vida de alguns personagens da história desse livro.

Em minha opinião é uma história sem heróis e sem vilões, ou onde o vilão é o herói, sei lá, no meio do texto me pego totalmente condoída pela dor de um homem cruel e sanguinolento como Heathcliff e torcendo para ver o fleumático Linton indo para o inferno, embora também sinta muita pena dele... Meu Deus, a pena é o sentimento mais triste que alguém pode sentir... Sinto pena de Linton e compaixão por Heathcliff e me sinto perdida, enquanto penso onde deixei minha moralidade cristã rsrsrs!!!

Mas, por mais cruel que Heathcliff seja, a mim ele parece eternamente um menino roubado e um homem perdido e isso sempre me deixa triste, não consigo ficar indiferente as dores dele, mesmo achando que ele de coitadinho não tem nada, sendo eu Nely faria o impossível para ajuda-lo e protege-lo até o limite de minha força, acho sempre imperdoável a forma como ela não se liga a ele, mesmo tendo visto ele crescer, tendo cuidado dele durante uma doença. Como alguém pode ser tão indiferente a uma pessoas que ela viu crescer? Se fosse um desconhecido acho que a atitude dela seria facilmente justificada, mas em se tratando de alguém que deveria ser tão próximo penso que ela era uma mulher fria...

Já Catharina, "fala sério!", ela não é poço de virtude, está longe de uma heroína romântica “pálida e pálida, amorosa e mole”, a mulher é o cão, um gênio ruim capaz de atormentar qualquer um, mas ao qual eu também não consigo ficar indiferente. Como poderia ficar indiferente a alguém tão fiel a seus afetos ao ponto de ser capaz de morrer de amor?!?!?!

De resto, a história não tem muito lirismo romântico e, na minha opinião na especializada, trata-se de um conto um tanto sombrio, complexo, triste, mas que se completa com um final feliz onde um casal, politicamente correto, descobre o lado menos lodoso e sombrio da charneca... aos personagens de moral mais duvidosa resta a morte, o que me lembra que afinal de contas "a única conclusão é morrer"!

Referência:
BRONTE, Emily. O morro dos ventos uivantes. São Paulo: Abril, 1982.
P.S.: Pensei que essa postagem fosse de rosca, já faz mais de dois meses que ela está escrita, havia me esquecido dela, mas fatores externos me trouxeram ela a memória... e lá vai... como não sou especialista em literatura, deixo apenas minha impressão sobre as obras que gosto...  

Confira um teaser trailer da nova adaptação cinematográfica de O Morro dos Ventos Uivantes, romance de Emily Brontë. Dirigido pela premiada diretora britânica Andrea Arnold (Fish Tank, Red Road), o filme vem de uma bem elogiada carreira em festivais como Veneza e Toronto.



*Postagem da Colaboradora *




Tirado de  Uma Pandora e sua caixa 
Capa, sinopse e vídeo acrescentados neste post.

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