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Conheçam a Instituição COTIC

Olá Pessoal!!!

A Saleta de Leitura não poderia deixar de aceitar o convite da Rosemary do blog Fábrica dos Convites e  compartilhar na divulgação dessa comovente história. Uma história onde crianças são envolvidas em um projeto escolar  para ajudar instituições de caridade e se emocionam ao presenciarem de perto essa triste realidade - são tantas crianças com necessidades pessoais e câncer - e se cada um de nós contribuir da forma que puder com certeza poderemos levar um pouco de alegria para esses pequeninos.  


Oi amigos, começo o post de hoje dizendo como eu sou uma pessoa privilegiada, nasci perfeita, dentro de uma família que se não tem dinheiro para jogar fora, pelo menos me deu tudo o que pode. Tenho dois filhos lindos e saudáveis, que estudam, brincam e fazem artes como toda criança deveria fazer. Podem não ter tudo o que querem, mas tem tudo o que podem ter, além de amor...

Por que estou dizendo tudo isso? Há umas duas semanas atrás mais ou menos, meu pretinho chegou em casa quase chorando, pois a escola onde ele estuda, envolveu os alunos do ensino médio em um projeto para ajudar instituições de caridade. Cada série ficou com uma instituição e fez arrecadações e divulgações para a instituição.

Até aí, sem problemas, ele levou alguns alimentos e pronto. Mas quando uma das séries foi apresentar a instituição que estava "defendendo", a coisa tocou mais fundo. 

A instituição que se chama Cotic (Centro Organizado de Tratamento Intensivo à Criança) possui três unidades, todas localizadas na zona norte de São Paulo. Lá, eles abrigam crianças  com necessidades especiais e câncer. Todas as crianças foram retiradas de casa pela justiça por conta dos maus tratos sofridos. Existem também crianças que foram abandonadas pela família e outras que a mãe está desempregada e sem condições de cuidar. 
Todas as crianças vivem nas suas respectivas unidades, a Cotic é a atual casa delas. Estas onde a mãe está sem condições momentâneas por conta de um desemprego, se não apresentam problema físico ou mental, são deslocadas para outro tipo de instituição, ou ficam com uma família provisória. Se já não existem chances de voltarem para a família sanguínea, elas podem ser adotadas.
Bem, ele chegou em casa falando da instituição e de como se emocionou na escola, e pediu para que eu deixasse ele levar o cofre dele e do irmão para que ele entregasse para as meninas levaram até a instituição.

Quando ele me disse isso, eu desmoronei. Sentei e pedi para ele me explicar direito o que era tudo aquilo. Do jeito dele, ele disse. Então falei para ele por o cofre no lugar que eu iria ver uma forma mais efetiva de ajuda para as crianças. Peguei o nome da instituição e fui procurar na internet. 
Mais um chute no estômago, a instituição fica bem próximo de casa, na verdade, passo na frente dela sempre que levo as crianças ao Horto Florestal! Me senti péssima! Como posso passar na frente e não saber o que tem ali atrás daqueles muros? Triste!

Fui até o local e conheci não só as crianças, como as pessoas que trabalham por lá e a unidade 1. Não preciso dizer que saí de lá dividida entre a gratidão de ser uma afortunada e a tristeza de não ter muito para ajudar mais.
Então lembrei de vocês e outros amigos, afinal como diz o ditado: "A união faz a força..."

Este texto está sendo postado em vários outros blogs com o intuito de divulgar esta instituição. A Cotic precisa da ajuda de todos para poder ajudar aqueles que realmente precisam. De material de limpeza e higiene, passando por comida e roupas, a instituição precisa e recebe de tudo. Tudo o que eles recebem são divididos pelas três casas, e o que não usam, colocam em um bazar permanente, onde a renda é revertido para a própria casa.

Se você mora em São Paulo, e principalmente na zona norte, dê um pulo até uma das unidades e conheça. Não precisa marcar hora, só não estão recebendo visitas aos domingos. Quem é de fora, pode conhecer um pouco pelo site.

Quem pode e quer ajudar, pode doar em dinheiro ou objetos. O dinheiro é direto na conta da Cotic ou pode ser pedido um boleto pelo telefone. Os objetos, de preferência devem ser levados até a unidade 1, pois para retirar em casa, eles pagam frete, o que infelizmente em alguns casos acaba não ajudando. Nada impede que os objetos sejam enviados pelo Correio também...

Para se ter uma ideia, eis uma lista do que se pode doar:
Alimentos
Maisena, Leite integral, Farinha lactéa, Bolacha  maisena, Bolacha recheada
 
Produtos de higiene
Luvas de procedimento  tamanho m, Sabonete liquido neutro, Lenço umedecido, Fralda geriátrica (adulto) e pediátrica (infantil): p, m, g

Produtos  de limpeza
Candida, Detergente, Desinfetante, Multiuso, Sabão em pó, Álcool 70%, Álcool gel


Mais uma vez afirmo, o ideal é que os produtos sejam entregues diretamente na unidade 1. Se você preferir doar em dinheiro, pode ligar pedindo um boleto bancário ou fazer um depósito direto na conta da Cotic. 
Agora vou passar todos os dados da instituição para vocês:



C.O.T.I.C:
Unidade 1: Rua do Horto, 805 - Horto Florestal
Unidade 2: Rua Cláudio Rodrigues Lopes, 224 - Imirim
Unidade 3: Rua Luiz Antônio dos Santos, 432 - Santa Terezinha

E-mail: cotic@superig.com.br

Lembrem-se, as crianças precisam de ajuda o ano inteiro. Nas unidades da Cotic, elas são assistidas 24 horas por dia, 7 dias da semana. Elas vivem nas unidades. Tem educação, alimentação, vestuário e medicamentos, por isso toda a ajuda é importante e bem vinda.
Se você é um profissional também pode oferecer seu serviço voluntário. Como eu disse, toda e qualquer ajuda é bem vinda.
Ajude, mesmo que seja uma outra instituição.
Obrigada aos blogs que participaram comigo desta campanha, a você que está lendo este post e que alguma forma, mesmo que divulgando a postagem, está ajudando. 



"Fazer o outro feliz é ser feliz sem saber."
(Wanderly Frota)


Ajudem também o Natal Solidário que tem como objetivo angariar recursos financeiros e doações para ajudar tantas pessoas necessitadas.

Campanha de Conscientização Dublin Street #SíndromeDoPânico


Um dos lançamentos da Editora Leya este mês é o livro DUBLIN STREET escrito por Samantha Young  que aborda sobre a transtorno da Síndrome do Pânico.       


Traumatizada pelo seu trágico passado, a americana Joss muda-se para a Escócia, na romântica Edimburgo, onde espera começar uma nova vida. Durante quatro anos tenta negar memórias dolorosas, refugiando-se na escrita, no sonho de um dia, finalmente, pôr os seus fantasmas no papel. Mas de repente tudo muda. Quando vai morar em um luxuoso apartamento na Dublin Street, conhece o desconcertante Branden, um carismático milionário que exerce sobre ela um irresistível fascínio. Joss se vê numa encruzilhada. Sabe que a atração entre ambos é imediata, avassaladora. Mas os demônios do seu passado a impedem de se entregar ao sensual escocês. É então que ele lhe propõe um estranho acordo, que lhes permitirá explorar a atração entre eles sem se envolverem emocionalmente. Joss aceita. E no início acredita, inocentemente, que o acordo vai dar certo. Mas Branden quer mais, muito mais, quer tudo. Quer desvendar todos os seus segredos – e está disposto a mudar o que for preciso para tê-la por inteiro. Mas será que ela está disposta a ir até o fim?


A Síndrome do Pânico, causas e sintomas  
A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.

A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.
A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.


Sintomas - O ataque de pânico começa de repente e, na maioria das vezes, atinge seu ápice dentro de 10 a 20 minutos. Alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. Um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco Mais destalhes aqui.  


Como apoiar as pessoas portadoras da Síndrome do Pânico ?
A partir do momento que se constata que uma pessoa tem o transtorno do pânico, é imprescindível o apoio familiar e dos amigos mais próximos. Muitas pessoas podem adiar a busca de um médico por temer informar a família do seu problema. Mesmo que de forma errônea, ainda existem pessoas que associam os distúrbios emocionais e mentais que requerem tratamento para a síndrome do pânico à “coisa” de louco, ou “frescura”. Essa é uma barreira do preconceito que precisa ser superada, pois faz apenas com que os tratamentos sejam adiados e, por consequência, o quadro da pessoa pode sofrer pioras.

No caso de quem possui a Síndrome do pânico, a demora em buscar auxílio de um profissional da saúde mental pode fazer com que as crises de pânico sejam mais fortes e frequentes, acarretando uma série de outros problemas secundários que podem surgir sem a falta de tratamento adequado. Depois de ultrapassar esse obstáculo e superar o medo de encarar a realidade, o cuidado do paciente deve ser no sentido de seguir todas as recomendações médicas e além de tomar os fármacos indicados iniciar uma terapia para encontrar as raízes que desencadearam o distúrbio.

O próprio psiquiatra pode iniciar uma terapia ou o paciente pode fazê-la com outros profissionais com experiência no assunto. Por mais que o apoio de outras pessoas seja fundamental, somente uma real vontade de melhora vai permitir ao paciente a possibilidade de autoconhecimento, o que as terapias para tratar transtorno do pânico, em geral, propiciam.
Não adianta você negar as suas limitações, é preciso ser honesto consigo mesmo e com o profissional que o estiver ajudando neste momento para que o tratamento tenha resultados positivos.A sobrecarga de trabalho, responsabilidade, ou situações de mudança, que requerem uma readaptação são alguns dos desencadeadores dos ataques de pânico. Negar essas situações, achando que tapar o sol com a peneira é uma forma de afastar-se do problema vai apenas permitir que ele crise raízes mais profundas em seu subconsciente.



Fontes:
MinhaVida
Síndrome do Pânico
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