Através do olhar de Nando, um pré-adolescente que se apaixona por Iara, acompanhamos a trajetória de seu pai Antonio, que tem os sonhos destruídos pelo golpe militar de 1964.
Um dos filmes mais aguardados desse ano chegou para a alegria geral da nação e nós fomos conferir. Capitão América: Guerra Civil é o terceiro filme da franquia do queridinho herói americano e, diferente dos filmes anteriores, trás várias figuras importantes do grupo dos Vingadores. Apesar do filme ser do Capitão América, todos e principalmente o Homem de Ferro, não são apenas meros coadjuvantes e possuem papéis fundamentais no desenvolvimento da história.
Os acontecimentos se passam depois de Vingadores: Era de Ultron. Após um episódio que gerou um grande incidente envolvendo a equipe dos Vingadores liderada por Steve Rogers (Capitão América), o governo quer instalar um sistema no qual possa supervisionar e ter o controle sobre o grupo e não apenas deixar que os Vingadores ajam por conta própria como vem sendo visto. Lógico que isso acaba dividindo opiniões e automaticamente dividindo o grupo com os que concordam e os que discordam desse sistema. De um lado temos o time do Capitão América que defende a ideia de que os Vingadores permaneçam como está, livres, leves e soltos para defender a humanidade sem a interferência do governo. Do outro lado o time do Homem de Ferro que discorda e acha que esse sistema pode sim ajudar a equipe a evitar atitudes imprudentes.
Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no
dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos
diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar
um no outro.
Os anos se passam e Dex e Emma levam vidas isoladas - vidas muito
diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o
sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma
extraordinária relação entre os dois.
Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são
narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam
disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E,
conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam
acertar contas com a essência do amor e da própria vida.
Apesar de Emma (Anne Hathaway) e
Dexter (Jim Sturgess) terem feito juntos a faculdade, só se “encontraram” no
dia da formatura. Ela já o tinha notado e o achava lindo, e por isso, ela que
se achava feia e sem graça, ficou radiante por estar com ele. Terminam o dia na
cama e dormem juntos, mas apenas dormem juntos. Após a formatura suas vidas
tomariam caminhos diferentes, mas quem sabe poderiam ser amigos e se
reencontrarem?
Era 15 de julho, Dia de São
Swithin, e a história deles é contada sempre no dia 15 de julho ao longo de 20
anos, de como estava a vida deles naquele dia em cada ano e o que haviam vivido
no último ano. Assim vamos acompanhando a vida de cada um e a amizade (?) que
os une. Os dois são muito diferentes e o ponto alto para mim é justamente os
personagens, muito bem construídos, são bem melhores que a própria história.
Emma é inteligente, espirituosa, sonhadora, cheia de ideais, tem baixa
auto-estima, insegura e pouquíssimas posses. Dexter, é rico, bom vivant, não
sabe o que quer da vida, totalmente perdido, inconsequente e arrogante. Eu não
posso falar muito sobre Dexter, pois cheguei a ter raiva dele, acho que ele não
merecia Emma e me pergunto até agora se ele realmente a amava.
Comecei pelo filme e separei os
lencinhos de papel, já que diversas pessoas me disseram que seria impossível
não me emocionar. Não aconteceu, já assisti filmes onde o ponto alto da
história era igual e me causou mais impacto e me emocionei de verdade. Confesso
que se não tivesse lido tantos elogios, teria parado de assistir o filme antes
da metade, mas fiquei pensando, não pode ser, tem que melhorar muito em algum
momento. Quando terminei de assistir, tinha certeza de que o livro deveria ser
melhor, e na minha opinião realmente é. Ler sobre os sentimentos, os pensamentos
deles faz uma grande diferença. Além disso apesar de pessoas dizerem que tudo
que está no livro, está no filme, não é verdade. No livro você conhece muito
mais cada personagem, principalmente Dexter, que no filme você não consegue ter
a verdadeira dimensão sobre ele.
Há ótimos diálogos, mas também há
muita coisa que julguei desnecessária. É um bom livro, vale a pena ser lido,
mas na minha opinião está longe de ser classificado como maravilhoso e
inesquecível como muita gente o classificou.
Uma opinião final bem pessoal :
Nenhuma mulher deveria ser tratada como Dexter a tratava.
Uma curiosidade minha: Jim
Sturgess não me convenceu como Dexter e quando li o livro a imagem dele que
veio sem que eu procurasse por uma, foi a do Johnny Depp :D Já Anne Hathaway é
a própria Emma, não poderia ter sido outra atriz.
O roteiro do filme foi escrito
pelo próprio autor e isso me fez entender menos certas pequenas mudanças que
ele fez. Acredito que se o roteiro tivesse sido escrito por outra pessoa teria
sido bem melhor